IPVA 2026 injeta quase R$ 131 milhões nos cofres de Ribeirão Preto apenas em janeiro

Arrecadação do imposto registrou alta de 6,5% em comparação com o mesmo período do ano passado; recurso é livre e pode ser usado em qualquer área pela prefeitura

A Prefeitura de Ribeirão Preto iniciou o ano de 2026 com um reforço significativo no caixa. Apenas no mês de janeiro, o município recebeu R$ 130.951.568,96 referentes aos repasses do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

O valor representa um aumento de 6,51% em relação a janeiro de 2025, quando a cidade havia recebido R$ 122,9 milhões no mesmo período. O “salto” na arrecadação injetou cerca de R$ 8 milhões extras na economia municipal em comparação ao ano anterior.

O mês de janeiro é tradicionalmente o de maior arrecadação devido ao pagamento da cota única com desconto e do vencimento da primeira parcela para a maioria das placas.

Para onde vai o dinheiro? Do total arrecadado com o IPVA de cada veículo, 50% fica com o Estado de São Paulo e os outros 50% são transferidos para o município onde o carro está licenciado.

Diferentemente de outros impostos que possuem destinação obrigatória (vinculados), a verba do IPVA é considerada um recurso livre. Isso significa que a administração municipal pode utilizar esse montante para cobrir despesas diversas, desde o pagamento da folha de servidores até obras de recapeamento, custeio da saúde ou manutenção de escolas, conforme a necessidade do fluxo de caixa.

Compartilhar:

Mais publicações

A Conta Chegou: A Fatura Bilionária de Taubaté

Descubra como Taubaté acumulou uma dívida histórica superior a R$ 1,1 bilhão. Este artigo faz um raio-x das últimas gestões para explicar o colapso do município: desde a roleta-russa do empréstimo atrelado ao dólar e a municipalização do Hospital Universitário, passando pelo calote internacional que fez a dívida saltar, até chegar ao estrangulamento da gestão atual com as contas congeladas pela União. Entenda, sem filtros, como a asfixia financeira e as recentes greves no funcionalismo se transformaram em arma política na cidade.

Antique balance scale with a law book on one side and miniature people figures on the other

Nenhum ativismo deve se sobrepor ao Art. 5º da ConstituiçãoFederal

Representar ou impor? Este artigo analisa o conceito de ‘Trade-Off’ nas políticas públicas e questiona o monopólio do Movimento Negro sobre a identidade parda no Brasil. Com base em dados do Datafolha e bastidores da Lei de Cotas, o texto defende que nenhum ativismo pode ignorar o Artigo $5^{\circ}$ da Constituição nem as consequências reais para os grupos que afirma defender.

Envie-nos uma mensagem