Há algumas semanas, as redes sociais foram tomadas sobre a nova polêmica com o ator Dado Dolabella: O vídeo onde sua namorada, Marcela Tomaszewski, que é a atual Miss Gramado, se filma após ter recebido as agressões, discutindo com ele, e se ouve no fundo do vídeo a voz dele afirmando o que fez.
O caso é típico: Ela prestou boletim de ocorrência no sábado, dia 25/10, e já no domingo, os dois divulgaram uma nota em conjunto, afirmando que houve a discussão, mas trata-se de algo já superado, desejo que isso não volte à se repetir, mas infelizmente sabemos que nesse tipo de caso, a chance de acontecer novamente é alta.
Isso porque o histórico de episódios de agressões contra companheiras não é dos pequenos, em 2008, Dado foi acusado pela atriz e modelo Luana Piovani, e a camareira que tentou defendê-la, de agressão, na época ele negou as agressões e afirmou que Luana iniciou o ataque verbal e físico, na época ele foi condenado à dois anos e nove meses em regime aberto e pagamento de indenização.
Em 2009, estando casado com Viviane Sarahyba, Dado foi acusado novamente de agressões físicas e verbais, em 2018 foi condenado pelo caso, e a sentença dada foi de 1 ano e 15 dias em regime aberto por ofensas e ameaças que não foram cumpridas.
Em 2024, Dani Souza alegou que durante uma festa temática na primeira edição do reality A Fazenda, Dado teria atingido sua perna com chicote, e nada ocorreu como punição,
Em agosto de 2025, Dado foi condenado novamente à dois anos e quatro meses de prisão em regime aberto, pela agressão à sua prima e ex-namorada: Marina Dolabella.
É nítido que há um padrão de comportamento de Dado em seus relacionamentos, e as lições que são claras nesse padrão são: Homens como Dado contam com a certeza da impunidade, podemos concordar que em todos os casos a pena de condenação foi mínima? É como se em cada condenação dissessem à Dado para não fazer de novo, sempre uma “nova chance”, mas há cada pena mínima imposta, reforça em Dado a certeza de que ele sempre sairá ileso.
Não aceitam ser contrariados, enxergam as mulheres como alguém que não pode contrariá-lo, que não podem exercer livre pensamento e opinião, não conseguem lidar com não, com discordâncias ou com críticas, precisam ser sempre elogiados, validados, se não impõe isso através da violência.
Justificam covardia com impulsividade, como defesa, costumam dizer que são “impulsivos”, mas curiosamente, essa impulsividade não é utilizada com quem possui o nível de força física maior ou igual à ele. E por último, esse tipo de homem saber ler e identificar a potencial vítima, porque eles estão sempre terminando relacionamentos, e iniciando outros, eles sabem como falar, conquistar, atrair, para depois subjugar, humilhar, minar autoconfiança e agredir.



